Por France Presse.

Agentes do FBI fortemente armados fizeram uma busca e apreensão nesta quarta-feira (5) na casa do youtuber Jake Paul, na Califórnia, como parte de uma investigação, informou o advogado do influenciador.

Imagens transmitidas pela imprensa local mostraram armas de fogo sendo apreendidas na mansão de Paul em Calabasas, perto de Los Angeles, após uma busca que durou horas e envolveu uma equipe do batalhão de choque da polícia, a SWAT.

"Entendemos que um mandato de busca foi executado na casa de Jake em Calabasas esta manhã, enquanto Jake estava fora do estado", declarou o advogado Richard Schonfeld em declaração à AFP.

Paul, que tem mais de 20 milhões de inscritos no YouTube e já explorou carreiras no cinema, na música e até no boxe profissional, foi recentemente flagrado em vídeo saqueando comércios no Arizona durante um protesto antiracismo, em maio.

O influenciador foi acusado de invasão de propriedade privada e de participar de assembleia ilegal. Ele se declarou inocente.

As acusações iniciais foram retiradas para permitir uma investigação penal federal.

Um porta-voz do FBI declarou nesta quarta-feira à AFP que os agentes investigam "as acusações de atos criminosos" no centro comercial de Arizona e que "executaram mandatos de busca federais na Califórnia e em Las Vegas, Nevada, relacionados a esta investigação".

 

O advogado de Paul afirmou estar reunindo informações, mas que colabora com a investigação.

Paul, de 22 anos, também se viu em meio a polêmicas devido às barulhentas festas na mansão de Calabasas, uma comunidade exclusiva nos arredores de Los Angeles onde moram diversas celebridades.

No YouTube, Paul promete um conteúdo "de comédia, atuação, esportes extremos e aventuras loucas".

Seu irmão mais velho, Logan Paul, também é uma estrela do YouTube, plataforma na qual tem 22 milhões de inscritos.

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Na ocasião, foram apreendidas diversas porções de cocaína e maconha, armas de fogo e munições, duas motocicletas, balança de precisão, entre outros objetos.
Por: Aloísio CostaFonte: Folha Regional de Condeúba.

Uma operação conjunta das polícias civis de Condeúba e Cordeiros e da 10ª COORPIN de Vitória da Conquista, realizada na manhã desta segunda-feira (27), resultou na prisão em flagrante delito de três homens, integrantes de uma associação criminosa de traficantes de drogas, que é chefiada por um presidiário. Entre os presos está um caculeenses, identificado pelo prenome de “Thiago”.

A operação teve com a finalidade cumprir mandados de busca e apreensão domiciliar e de prender traficantes de drogas nos municípios de Condeúba e Cordeiros, sudoeste da Bahia.

Em decorrência das diligências, ainda foram capturados três adolescentes infratores, também traficantes de drogas e integrantes da mesma facção criminosa.

Na ocasião, foram apreendidas diversas porções de cocaína e maconha, armas de fogo e munições, duas motocicletas, balança de precisão, entre outros objetos.

Operação reuniu agentes das polícias civis de Condeúba e Cordeiros, bem como policiais da 10ª COORPIN de Vitória da Conquista. Foto: Divulgação. 
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Por G1 BA.

Ao menos cinco ônibus ficaram destruídos durante um incêndio na garagem de uma empresa de transportes, em Ilhéus, cidade do sul da Bahia, na manhã desta segunda-feira (27). Não há registro de feridos. O Corpo de Bombeiros atua no local.

O caso ocorreu na garagem da empresa ViaMetro, que fica no trecho da Avenida Esperança. Não há detalhes sobre o que provocou as chamas.

Os vizinhos contaram que perceberam a situação, mas que não esperavam que o incêndio seria grande. Um deles disse que houve barulho de explosões. Por causa da situação, uma grande quantidade de fumaça pôde ser vista pela região.

Por meio de nota, a empresa confirmou a situação e disse apenas que ninguém ficou feridos e que as causas estão sendo investigadas.Ônibus ficam destruídos durante incêndio em garagem no sul da Bahia. — Foto: Reprodução / TV Bahia

Ônibus ficam destruídos durante incêndio em garagem no sul da Bahia. — Foto: Reprodução / TV Bahia

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Por G1 BA.

Mais de cinco toneladas de maconha foram apreendidas no fim da noite de domingo (26), na BR-116, em trecho de Feira de Santana, cidade a cerca de 100 quilômetros de Salvador. A droga estava em um caminhão, escondida em meio a uma carga de trigo.

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o caso ocorreu na altura do KM-429 da rodovia.

Uma equipe da PRF realizava fiscalização na rodovia, após as 23h, quando abordou um caminhão com placas de São Martinho (RS). O motorista do veículo, de 28 anos, mostrou nervosismo e, durante a entrevista, ele apresentou informações desencontradas.

Ao fazer a checagem na carroceria do caminhão, os policiais encontraram entre a carga de trigo centenas de fardos contendo os tabletes de maconha.

Aos policiais, o motorista, que foi preso, relatou que saiu do estado do Paraná e tinha a Paraíba como destino. Ele contou que receberia R$ 5 mil pelo transporte.

O motorista, o caminhão e todo o produto ilícito apreendido foram encaminhados para a Delegacia de Polícia, para lavratura do flagrante..

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Por G1 BA.

Ex-funcionário da prefeitura de Anagé é procurado pela polícia por estupro de vulnerável. — Foto: Delegacia de Anagé/ Divulgação

 

Um ex-funcionário da prefeitura de Anagé, no sul do estado, é suspeito de ter estuprado uma garota de 12 anos e é procurado pela polícia. Demivaldo Peruso dos Santos, mais conhecido como Móia, teve a prisão decretada nesta quarta-feira (22), após ser indiciado pela Polícia Civil.

O suspeito não teve a idade divulgada. Segundo a polícia, o crime aconteceu em maio deste ano. Não há detalhes do ocorrido e nem informações sobre a relação de proximidade que Demivaldo tinha com a vítima.

Após a prisão ter sido decretada, Demivaldo não foi encontrado por policiais e é considerado foragido da Justiça.

Quem tiver informações sobre o paradeiro do suspeito pode entrar em contato com a polícia pelos números 197 ou 190 ou pelo disque denúncia, por meio do telefone ( 77) 98817- 1481.

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Por G1 Sorocaba e Jundiaí.

A Polícia Federal de Sorocaba (SP) realiza nesta terça-feira (21) uma perícia no helicóptero que caiu com 300 quilos de pasta base de cocaína na área rural de Ibiúna (SP), na segunda-feira (20).

O piloto teria recusado a ajuda de moradores e se escondido na mata para não ser preso. Ele ainda não foi encontrado, segundo a corporação.

Um vídeo gravado por testemunhas mostra o momento em que a aeronave começa a cair. Nas imagens é possível ver que ele desce em alta velocidade para dentro de uma área de mata (veja acima).

De acordo com o comandante Marcelo Godinho, a base da Guarda Civil Municipal foi informada por um morador sobre a queda e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado pela equipe. 

O helicóptero de prefixo PR- GKK caiu na altura do quilômetro 11 da Estrada do Verava, uma área rural. Dentro dele, a equipe encontrou pacotes de drogas que estavam sendo transportados. Segundo a Polícia Militar, foram apreendidos 230 tabletes de substância.

A Polícia Federal de Sorocaba informou que o caso será investigado. Em consulta ao Registro Aeronáutico Brasileiro, a aeronave consta como privada para serviço aéreo privado, com operação negada para táxi aéreo e em situação técnica regular.GCM de Ibiúna encontra 300 kg de pasta base de cocaína em helicóptero que caiu em região de mata — Foto: GCM/Divulgação

GCM de Ibiúna encontra 300 kg de pasta base de cocaína em helicóptero que caiu em região de mata — Foto: GCM/Divulgação

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Por Bom Dia Minas — Belo Horizonte.

Aproximadamente duas toneladas de maconha foram apreendidas pela Polícia Militar (PM), em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, na noite desta segunda-feira (20).

A PM chegou até os alvos graças a uma denúncia anônima, que passou o endereço onde a dupla estava escondendo a maconha.

A carreta com a droga estava em um lote que serve como estacionamento para os fiéis da Igreja Pentecostal Porta da Salvação. O pastor disse à polícia que emprestou o local, mas não sabia que no veículo havia drogas.

De acordo com a polícia, os militares chegaram na hora certa para fazer o flagrante.

"No momento da abordagem eles estavam tirando da carreta e armazenando próximo a um matagal. Presumimos que eles iriam fracionar essa droga em veículos menores para fazer a distribuição e ter mais agilidade, devido ao tamanho da carreta ela é menos ágil para ser estacionada ou entrar em determinados imóveis", explica o tenente Wanderlei Assunção.

O motorista foi preso escondido dentro do veículo. O outro suspeito conseguiu fugir pela mata, mais foi detido após um cerco no local. Os suspeitos tentaram camuflar a droga na carreta, para não serem pegos em fiscalizações de trânsito.

"A carga principal provavelmente era uma carga de cereal, algum tipo de grão. E debaixo desse assoalho da carreta, abaixo desse assoalho eles acondicionaram essa droga e espalharam café para dificultar no caso, o faro de algum cachorro de busca de faro da polícia ou de qualquer outro órgão policial aí".

Segundo a PM, a maconha veio do Paraguai e passou pelo estado do Paraná, com destino final em Minas Gerais.

Pela quantidade de droga, a PM acredita que a mercadoria seria distribuída em vários pontos da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Por se tratar de um caso de tráfico internacional, os presos e todo o material apreendido, foram encaminhados para a Polícia Federal, que vai dar andamento às investigações.

"Nós sabemos que essa quadrilha é formada por vários integrantes. É uma quadrilha com organização criminosa mesmo. Então são vários os integrantes e cada um com sua função. Hoje foram pegos dois, mas vai caber a polícia investigativa fazer maiores levantamentos e conseguir maiores resultados também a partir dessa ocorrência nossa", finaliza o tenente.
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 Por: Reprodução/Instagram  Por: Larissa Barros/ AjuNews 

Após o cantor Devinho Novaes mandar saudações a presidiários, policiais penais fizeram uma operação e apreenderam celulares e chuços no Complexo Penitenciário Doutor Manoel Carvalho Neto (Copemcan), em São Cristóvão, Grande Aracaju, nesta sexta-feira (17).

Segundo o vice-diretor da unidade prisional, D´Klin Cardoso Moreira, a Operação Fluxo dos Fluxos’, só aconteceu depois que o artista gravou um vídeo mandando saudações para os internos de um dos pavilhões do Copemcan.

“O artista fez essa saudação e deu-se a entender, para a direção e para o Desipe [Departamento do Sistema Penitenciário], que haveria uma comunicação entre o artista e internos da unidade”, explicou o vice-diretor”, explicou o vice-diretor.

A ação resultou na apreensão de aparelhos celulares, chuços (arma feita com um pedaço de pau e ferro) e uma quantidade de maconha. D’Klin informou também que as medidas administrativas cabíveis ao caso estão sendo adotadas. A operação foi realizada com o apoio do Grupo de Operações Penitenciárias (Gope) e do Grupo Técnico Especializado (GTE).

Foto: Divulgação / Sejuc

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Por G1 BA.

Um homem foi preso em flagrante nesta sexta-feira (10) suspeito de estuprar uma mulher em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. De acordo com a Polícia Civil, a vítima disse que foi drogada e, depois de ser abusada dentro de um veículo, foi abandonada no Anel Viário da cidade.

O crime aconteceu na madrugada de quinta-feira (10). A Polícia Civil informou que o suspeito foi encontrado em um apartamento do Mirante da Conquista, com duas pequenas porções de maconha. Não há informações sobre como o fato ocorreu e se o homem conhecia a vítima.

O carro do suspeito foi apreendido e ele foi preso pelo crime de estupro de vulnerável. Não há detalhes sobre o estado de saúde da vítima. O caso é investigado pela 10° Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin) em apoio a Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam).

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Por Fernando Zuba, TV Globo — Belo Horizonte.

Ricardo Nunes, fundador e ex-principal acionista da rede varejista Ricardo Eletro, foi preso no estado de São Paulo, na manhã desta quarta-feira (8), em operação de combate à sonegação fiscal e lavagem de dinheiro em Minas Gerais. A força-tarefa é composta pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), pela Receita Estadual e pela Polícia Civil.

A filha de Ricardo, Laura Nunes, também foi presa, na Grande BH. Há ainda um mandado de prisão em aberto para diretor superintendente da Ricardo Eletro, Pedro Daniel Magalhães, em Santo André (SP). Até as 8h, ele estava foragido. Um mandado de busca e apreensão foi expedido para Rodrigo Nunes, irmão de Ricardo.

 

(CORREÇÃO: O G1 errou ao informar, nesta reportagem, que Rodrigo Nunes, irmão de Ricardo Nunes, havia sido preso, segundo informações da força-tarefa responsável pela operação. A Polícia Civil depois informou que ele foi alvo de buscas. A reportagem foi corrigida às 8h.)

A operação recebeu o nome de "Direto com o Dono". De acordo com as investigações, aproximadamente R$ 400 milhões em impostos foram sonegados ao longo de mais de cinco anos.

“O investigado se apropriou indevidamente do tributo. Em contrapartida, seu patrimônio só crescendo”, disse o delegado Vitor Abdala.
Ricardo Nunes, em foto publicada no instagram @ricardonuneseletro, no dia 22 de junho  — Foto: Reprodução/Redes sociais

Ricardo Nunes, em foto publicada no instagram @ricardonuneseletro, no dia 22 de junho — Foto: Reprodução/Redes sociais

Além dos três mandados de prisão, a operação cumpre também 14 mandados de busca e apreensão. Em Minas Gerais, os mandados estão sendo cumpridos nas cidades de Belo Horizonte, Contagem e Nova Lima. Em São Paulo, há alvos na capital e em Santo André.

Ainda segundo Abdala, documentos, computadores e celulares foram apreendidos. O superintendente regional da Secretaria de Fazenda em Contagem, Antonio de Castro Vaz, disse que a empresa vinha omitindo recolhimento de ICMS há quase uma década.

G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Ricardo Eletro e com o empresário Ricardo Nunes, mas, até a última atualização desta reportagem, não havia obtido retorno.

 

A fraude

De acordo com o MPMG, a rede de varejo cobrava dos consumidores, embutido no preço dos produtos, o valor correspondente aos impostos, mas não fazia o repasse. O órgão informou ainda que a empresa se encontra em situação de recuperação extrajudicial, sem condições de arcar com dívidas.

Os bens imóveis de Ricardo Nunes não estão registrados no nome dele, mas de suas filhas, mãe e de um irmão. Ainda segundo a força-tarefa, o crescimento do patrimônio individual do principal sócio ocorreu na mesma época em que os crimes tributários eram praticados, caracterizando lavagem de dinheiro.

Além dos mandados de prisão, a Justiça determinou o sequestro de bens imóveis de Ricardo, avaliados em cerca de R$ 60 milhões, para ressarcir danos causados ao estado de Minas Gerais.

MP, Receita Estadual e Polícia Civil fazem operação de combate à sonegação fiscal em BH

MP, Receita Estadual e Polícia Civil fazem operação de combate à sonegação fiscal em BH

Viaturas da Polícia Civil e da Receita Estadual em operação no bairro Belvedere, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte — Foto: Reprodução/TV Globo

Viaturas da Polícia Civil e da Receita Estadual em operação no bairro Belvedere, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte — Foto: Reprodução/TV Globo

 Policiais civis tentam abrir portão de mansão à força — Foto: Reprodução/TV Globo

Policiais civis tentam abrir portão de mansão à força — Foto: Reprodução/TV Globo

Mansão no bairro Belvedere é um dos alvos — Foto: Reprodução/TV Globo

Mansão no bairro Belvedere é um dos alvos — Foto: Reprodução/TV Globo

Operação 'Direto com o Dono' — Foto: Receita Estadual/Divulgação

Operação 'Direto com o Dono' — Foto: Receita Estadual/Divulgação

 
Operação 'Direto com o Dono'  — Foto: Receita Estadual/Divulgação

Operação 'Direto com o Dono' — Foto: Receita Estadual/Divulgação

Operação 'Direto com o Dono'   — Foto: Receita Estadual/Divulgação

Operação 'Direto com o Dono' — Foto: Receita Estadual/Divulgação

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 Por: Alan Santos/PR  Por: Redação BNews 

Interlocutores do advogado Frederick Wassef, ex-defensor de Flávio Bolsonaro e - segundo ele - ainda representante do presidente Jair Bolsonaro, afirmam que ele pretende conceder em breve uma entrevista à TV sobre a morte do miliciano Adriano da Nóbrega.

De acordo com informações do colunista de O Globo, Lauro Jardim, em conversa com pessoas próximas Wassef teria dito que vai "explodir todo mundo em rede nacional ao vivo", e que políticos poderosos do Rio de Janeiro mandaram assassinar o ex-policial.

O defensor diz ter provas disso, e que essas mesmas pessoas iriam executar o também ex-policial militar, e ex-assessor parlamentar, Fabrício Queiroz. Nestas conversas, de acordo com publicação, Wassef disse que falou com Bolsonaro no dia da prisão de Queiroz. 

Também segundo Jardim, Wassef faz questão de elogiar o presidente e de mostrar que a proximidade entre ambos segue inabalada. Ele diz guardar provas dessa relação.

"Não dá pra negar uma história que está registrada com tantas fotos e filmes. Fora aqueles que eu tenho comigo e que ninguém nem sonha e nem imagina. Está tudo guardado a sete chaves e mesmo se a bandidagem do Rio quiser fazer busca e apreensão não vai encontrar nada", teria dito.

Publicado em BRASIL E MUNDO
Hoje por volta das 09hs da manhã, com a ajuda de moradores da comunidade do Barreiro, a CIPE Sudoeste ao averoguar denuncia recebeu informações de alguns populares que teriam uma motocicleta de cor Azul, e ao deslocar na BA próximo ao Barreiro no setindo Licínio a Caculé, efetuou a diligência onde encontrou uma motocicleta Bis, lixadeira, furadeira, maquita, serra circular e mais objetos que não teria sido fruto do mesmo furto  ocorridoo anteriormente no sítio do sr José Carlos (Zé da Oficina), .
Os objetos encontrados juntamente com a motocicleta Bís, foram encaminhadas para a delegacia territorial de Licínio e apresentada a autoridade policial.
No mesmo dia a Guarda Municipal de Licínio de Almeida recebendo denuncia de um ciclista que transitava pela rodovia, que nas proximidades da comunidade da Boa Vista havia uma motocicleta Honda Titan 160cc de cor preta e que parecia a motocicleta furtada de um cidadão residente na mesma comunidade. E de imediato a Guarda Municipal de Licínio, entrou em contato com o prorietário onde juntamente fez reconhecimento e encaminhou a motocicleta a delegacia territorial de Licínio e foram apresentados  a autoridade policial. 
Foi feito o auto de apresentação e exibição e em seguida feito o auto de entrega aos seus rectivos proprietários.
Publicado em LICÍNIO DE ALMEIDA
por: Caetano Augusto.
Por volta das 09 horas da manhã desta segunda-feira (29), policiais militares da 94ª CIPM em Caculé, prenderam em flagrante na Avenida Cônego Miguel Monteiro, no centro da cidade, depois de denúncias, um homem de 36 anos por ato obsceno. O indivíduo estava dentro de um veículo, e ao ser abordado, e flagrado parcialmente nu, confessou que estava se masturbando. O indivíduo foi conduzido e apresentado na delegacia da cidade, ficando este a disposição da autoridade competente.
Publicado em BAHIA E REGIÃO
© Marcelo Casal/Agência Brasil Planalto adia posse de novo ministro da Educação
A posse do novo ministro da educação Carlos Alberto Decotelli foi adiada pelo governo de Jair Bolsonaro depois de reveladas incoerências em seu currículo. A cerimônia estava marcada para esta terça-feira, 30, às 16 horas, mas segundo o Estadão apurou, o Planalto já avisou que ela não ocorrerá nesta data. Depois das denúncias sobre seu doutorado e mestrado, o governo está repensando se vai manter Decotelli no cargo.
O próprio grupo militar que indicou o ex-professor está constrangido porque foi surpreendido pelos problemas acadêmicos e está avaliando a repercussão do caso. Ele também perdeu o apoio que tinha entre professores da Fundação Getulio Vargas. Enquanto sso, alas mais ideológicos estão fortemente tentando derrubá-lo antes mesmo de tomar posse.
Sua nomeação foi publicado no Diário Oficial depois do nome anunciado. Durante o fim de semana, a crise aumentou e Decotelli chegou a divulgar uma carta mencionando que sua tese de doutorado não teve a defesa autorizada. “Seria necessário, então, alterar a tese e submetê-la novamente à banca. Contudo, fruto de compromissos no Brasil e, principalmente, do esgotamento dos recursos financeiros pessoais, o ministro viu-se compelido a tomar a difícil decisão de regressar ao país sem o título de Doutor em Administração.” Ele também afirmou que iria revisar o trabalho de mestrado na FGV.
Desde que foi anunciado como novo ministro da Educação, Decotelli passou a ter as informações de seu currículo questionadas. Ao anunciar o sucessor de Abraham Weintraub na pasta, o presidente Jair Bolsonaro mencionou a formação do professor: “Decotelli é bacheral em Ciências Econômicas pela Uerj, Mestre pela FGV, Doutro pela Universidade de Rosário, Argentina, e Pós-doutor pela Universidade de Wuppertal, na Alemanha”, escreveu nas redes sociais na quinta-feira, 25.
No dia seguinte, o título de doutor do novo ministro da Educação foi questionado por Franco Bartolacci, reitor da Universidade Nacional de Rosário, que disse que Decotelli não conclui o doutorado. "Cursou o doutorado, mas não o concluiu, pois lhe falta a aprovação da tese. Portanto, ele não é doutor pela Universidade Nacional de Rosário, como chegou a se afirmar".
O ministro inicialmente negou a declaração de Bartolacci e chegou a mostrar certificado de conclusão de disciplinas à reportagem. "É verdade. Pergunte lá para o reitor", disse Decotelli na sexta-feira ao Estadão. Questionado se havia defendido a tese, requisito para obter o título de doutor, o ministro não respondeu.No fim do dia, o novo titular do MEC atualizou o seu currículo na plataforma lattes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Ele passou a declarar que teve "créditos concluídos" no curso de doutorado, em 2009. No campo relacionado ao orientador, o ministro assinalou: "Sem defesa de tese".
No sábado, 26, a dissertação de mestrado do ministro também foi colocada sob suspeita após o economista Thomas Conti apontar, no Twitter, possíveis indícios de cópia no trabalho, de 2008. Ele citou trechos na dissertação idênticos a um relatório do Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul) para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A Fundação Getulio Vargas (FGV) informou que vai investigar a suspeita de plágio.
O pós-doutorado na Alemanha também passou a ser debatido após a universidade fornecer informações diferentes das que constam no currículo do ministro.
“Tem um simbolismo muito grande ele ter sido desmentido por duas universidades estrangeiras e ainda tem problemas no mestrado”, diz deputado estadual e secretário-geral da Frente Parlamentar Mista de Educação, Israel Batista (PV-DF).
Segundo ele, vários deputados da Frente consideraram esperar a situação do ministro para convidá-lo para uma conversa na Câmara. A comissão de Educação da Câmara também está reavaliando o convite para a participação do ministro, marcada para quinta-feira.
A disputa pelo comando do MEC mobilizou as alas ideológica, militar e civil do Planalto. Decotelli, que é oficial da reserva da Marinha, acabou sendo o escolhido por Bolsonaro como uma alternativa apaziguardora e técnica para a função. O objetivo era reparar o desgaste da imagem do ministério após a gestão de Abraham Weintraub.
Em entrevista ao Estadão horas após ser confirmado como ministro, Decotelli reforçou o seu perfil técnico e disse que sua missão era favorecer o dialogo. “O presidente solicitou a máxima dedicação para fortalecer a gestão e a comunicação do MEC para favorecer o diálogo.”
A reportagem questionou o motivo do cancelamento do evento e se a posse será remarcada, mas o Palácio do Planalto ainda não se manifestou.
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Foragida desde o dia 18 de junho, quando teve sua prisão preventiva decretada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, Márcia Oliveira de Aguiar, mulher de Fabrício Queiroz, teria procurado dois escritórios de advocacia para avaliar uma possível delação premiada. A informação é do Valor Econômico.
A mulher do ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) estaria disposta a contar o que sabe sobre o esquema de “rachadinha” que acontecia no gabinete do filho do presidente na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) quando ele era deputado.
Prisão de Queiroz
Fabrício Queiroz foi preso no último dia 18 de junho em uma casa em Atibaia, no interior de São Paulo. O imóvel pertence a Frederick Wassef, ex-advogado do senador Flávio Bolsonaro.
A prisão de Queiroz foi decretada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro na investigação do esquema da “rachadinha”.
De acordo com relatório do antigo Coaf (Conselho de Atividades Financeiras ), Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão em sua conta de maneira considerada “atípica”, enquanto trabalhava para o filho para Flávio Bolsonaro na época em que ele era deputado estadual no Rio. Ele foi exonerado no final de 2018.
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Por G1 BA.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recuperou na sexta-feira (26), em Rafael Jambeiro, a 210 km de Salvador, um carro que havia sido roubado em 1995. De acordo com a PRF, o homem de 37 anos que dirigia o veículo foi preso por suspeita de receptação.

Segundo o órgão, uma equipe da Operação Tamoio II, de combate à criminalidade, abordou o Fiat Uno com placa de Sorocaba (SP) no km 483 da BR-116. Durante a fiscalização, os agentes viram sinais de adulteração em elementos de identificação do carro e constataram que as placas eram clonadas.

Em consulta no sistema de dados, a PRF verificou que se tratava de um veículo modelo 1992 que tinha sido roubado em março de 1995, em Araraquara (SP).

O motorista, preso em flagrante, foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Feira de Santana. Ele vai responder por receptação.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, 522 veículos roubados ou adulterados foram recuperados pelo órgão neste ano.

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© AFP / NELSON ALMEIDA
A defesa do policial militar aposentado Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) na época em que ele era deputados estadual no Rio de Janeiro, está negociando um acordo de delação premiada com o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ). As informações são da CNN Brasil. 
Fabrício está preso desde a quinta-feira da semana passada (18/6), quando foi pego pelo MP de São Paulo e a Polícia Civil daquele estado em uma casa de Frederick Wassef, que até então era advogado do senador e do presidente Jair Bolsonaro. Ele foi preso no âmbito de uma investigação que apura esquema conhecido como ‘rachadinha’, de desvio dos salários de servidores na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Na época, Flávio era deputado e Queiroz era seu assessor.
Há um mandado de prisão em aberto contra a sua esposa, Márcia Aguiar. Ela está foragida há oito dias. Fontes ouvidas pela CNN apontam que a maior preocupação de Queiroz é com a sua família, sendo que ele quer garantia de proteção a Márcia e às suas duas filhas, que também são investigadas pelo suposto esquema. De acordo com a CNN, o ex-assessor de Flávio também pede para que possa cumprir prisão domiciliar.
A negociação segue mesmo após decisão da última quinta-feira (25), da 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, tomada por três desembargadores, que decidiu pela ida do processo à segunda instância - ou seja, o Órgão Especial do TJ. A alegação da defesa, acatada pelos desembargadores, é que Flávio era deputado e teria foro privilegiado. Entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de 2018, no entanto, traz que só há esta prerrogativa se o fato foi exercício no exercício daquele mandato e tendo relação com o cargo.
Nesta votação, os desembargadores decidiram que as decisões do juiz de primeiro grau, Flávio Itabaiana, deveriam ser mantidas. No entanto, a defesa de Flávio já avisou que irá buscar a anulação das decisões, sob a alegação de que Itabaiana não era o juízo competente. Com isso, todas as provas obtidas por meio de suas decisões seriam declaradas nulas. O mesmo valeria para as prisões de Queiroz e de Márcia, que deixariam de existir.
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Por Fabrício Araújo, G1 RR — Boa VistaRegião onde ocorreu conflito fica no meio da floresta, em área de difícil acesso, em Roraima — Foto: Júnior Hekuari Yanomami/Condisi-Y/Divulgação

Região onde ocorreu conflito fica no meio da floresta, em área de difícil acesso, em Roraima — Foto: Júnior Hekuari Yanomami/Condisi-Y/Divulgação

 

Um ciclo de violência pode iniciar em Terra Yanomami após dois jovens indígenas serem executados por garimpeiros invasores da região, é o que teme a Associação Hutukara Yanomami em carta divulgada nesta sexta-feira (26).

De acordo com a associação, um grupo de indígenas encontrou garimpeiros próximo da comunidade Xaruna, em Alto Alegre, e pediu por comida. Os índios não ficaram satisfeitos com a quantidade que receberam, o que resultou em um confronto.

 

O conflito ocorreu no último dia 12 e resultou na morte dos jovens Original Yanomami, 24, e Marcos Arokona, de 20.

"Tememos que os familiares dos Yanomami assassinados decidam retaliar contra os garimpeiros seguindo o sistema de Justiça da cultura Yanomami, podendo levar a um ciclo de violência que resultará numa tragédia", diz trecho da carta.

A Hutukura diz que tensão pode chegar a um conflito similar ao Massacre de Haximu, que ocorreu no ano de 1993 em Roraima. Garimpeiros promoveram uma chacina contra os Yanomami, matando 16 índios. Este foi o primeiro caso reconhecido como genocídio pela Justiça do Brasil.

 
"Num primeiro momento, os garimpeiros chegam em menor número ao território de uma comunidade e buscam relações amistosas com os Yanomami, oferecendo comida e bens da cidade", descreve a carta.

Estima-se que 20 mil garimpeiros estejam infiltrados na Terra Yanomami, que é o maior território indígena do país dividido entre Roraima e o Amazonas. Segundo o Instituto Socioambiental, há 26.780 indígenas vivendo na região.

"À medida que aumenta o número de garimpeiros e o assentamento se torna permanente, os garimpeiros ficam à vontade no território e passam a encarar os Yanomami como um incômodo. Os pedidos dos Yanomami por bens da cidade são ignorados e as relações passam a ficar conflituosas", pontua a Associação hutukara Yanomami.

A carta dos indígenas pede que o assassinato dos Yanomami por garimpeiros seja investigada com rigor e pedem ainda que o governo federal passe a agir para retirar os invasores "que exploram a Terra Yanomami ilegalmente assediando e agredindo as comunidades indígenas que ali vivem".

Lideranças dos povos yanomami e ye'kwana se reúnem em encontro que debateu a presença de garimpeiros no território, em 2019 — Foto: VICTOR MORIYAMA / ISA

Lideranças dos povos yanomami e ye'kwana se reúnem em encontro que debateu a presença de garimpeiros no território, em 2019 — Foto: VICTOR MORIYAMA / ISA

O assassinato dos jovens indígenas

O presidente do Condisi-Y, Júnior Hekuari Yanomami, contou ao G1 que após o encontro com os garimpeiros, um indígena foi atingido com tiro e o grupo de Yanomamis fugiu assustado para o meio da floresta. Os disparos continuaram e o outro índio foi baleado.

 

Os indígenas relataram que a perseguição ocorreu durante a tarde e durou cerca de uma hora. Eles estavam armados com flechas, mas não conseguiram atingir os garimpeiros.

O Condisi-Y foi informado do conflito na terça (23), após contato via radiofonia. O Conselho, acompanhado de equipes da Fundação Nacional do Índio e da Polícia Federal, foram à região na quarta para apurar o caso e retornaram nesta sexta.

Os corpos de Original Yanomami e de Marcos Arokona ainda estão no meio da floresta, onde permanecerão seguindo as tradições de funeral do povo Yanomami.

"A comunidade onde eles viviam está assustada. Ele estão de luto, acampados no meio da floresta", disse Júnior Yanomami.

Além dos conflitos, autoridades locais temem que garimpeiros levem o coronavírus para a região. O procurador de Justiça de Roraima, Edson Damas, que recebeu denúncias sobre a continuidade de invasão dos garimpeiros no território e afirmou que a situação pode resultar em novo ciclo de genocídio dos povos que vivem na Terra Yanomami.

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 Por: Reprodução/ Twitter  Por: Redação BNews  0comentários

Oex-ministro da Educação Abraham Weintraub utilizou seu perfil no Twitter, nesta segunda-feira (22), para agradecer às pessoas que o “ajudaram a chegar em segurança aos EUA”. Ele saiu do Brasil na sexta-feira (19), ainda com as prerrogativas de ministro de Estado, já que o Governo Bolsonaro só o exonerou no dia seguinte em edição extra do Diário Oficial da União. 

“Agradeço a todos que me ajudaram a chegar em segurança aos EUA, seja aos que agiram diretamente (foram dezenas de pessoas) ou aos que oram por mim. Aproveito para dizer que estou bem. Quanto à culinária internacional, ontem fiquei tentado a comer uns tacos, acabou sendo KFC”, escreveu Weintraub.

O ex-ministro, um dos mais criticados por opositores do governo e especialistas, foi indicado pelo Palácio do Planalto para ocupar uma vaga na Direção do Banco Mundial. O nome dele ainda precisa ser aprovado por outros oito países.

Weintraub está sendo investigado por racismo e por ataques a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Agradeço a todos que me ajudaram a chegar em segurança aos EUA, seja aos que agiram diretamente (foram dezenas de pessoas) ou aos que oram por mim.
Aproveito para dizer que estou bem. Quanto à culinária internacional, ontem fiquei tentado a comer uns tacos, acabou sendo KFC.

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Por G1 — Brasília.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (18) em transmissão ao vivo em uma rede social que Fabrício Queiroz não estava foragido e que a prisão dele foi "espetaculosa".

Queiroz é ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente, e é suspeito de envolvimento no suposto esquema de "rachadinha" no gabinete do parlamentar quando ele era deputado estadual no Rio de Janeiro. Eles negam irregularidades.

"Não sou advogado do Queiroz e não estou envolvido nesse processo. Mas o Queiroz não estava foragido e não havia nenhum mandado de prisão contra ele. E foi feita uma prisão espetaculosa. Já deve estar no Rio de Janeiro, deve estar sendo assistido pelo advogado, e a Justiça siga seu caminho.", afirmou Bolsonaro na transmissão.

Segundo o presidente, "parecia que estavam prendendo o maior bandido da face da Terra".

Veja como Fabrício Queiroz passou de ex- PM a braço direito da família Bolsonaro

Veja como Fabrício Queiroz passou de ex- PM a braço direito da família Bolsonaro

Fabrício Queiroz foi preso em Atibaia (SP), em uma casa de Frederick Wassef, advogado da família Bolsonaro, que costuma se reunir com Bolsonaro no Palácio do Planalto, onde o presidente despacha, e no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República. A prisão de Queiroz foi efetuada pela Polícia Civil de São Paulo e pelo Ministério Público. Depois da prisão, Queiroz foi transferido para o Rio de Janeiro, de helicóptero.

 

Bolsonaro apontou o motivo pelo qual, segundo ele, Queiroz estava na casa do advogado em Atibaia:

"E por que estava naquela região de São Paulo? Porque é perto do hospital onde faz tratamento de câncer. Então, esse é o quadro. Da minha parte, está encerrado aí o caso Queiroz", declarou.

A cidade de Atibaia fica a quase 90 km do hospital Albert Einstein, na zona sul de São Paulo, onde Queiroz fazia tratamento.

Transcrição

Leia abaixo a transcrição do trecho da "live" em que o presidente fala sobre a prisão de Fabrício Queiroz. O assunto foi o primeiro abordado pelo presidente durante a transmissão ao vivo.

Primeiro, a questão da operação de hoje, sobre a prisão do Queiroz. Deixo bem claro: não sou advogado do Queiroz e não estou envolvido nesse processo. Mas o Queiroz não estava foragido e não havia nenhum mandado de prisão contra ele. E foi feita uma prisão espetaculosa. Já deve estar no Rio de Janeiro, deve estar sendo assistido pelo advogado, e a Justiça siga seu caminho. Mas parecia que estavam prendendo o maior bandido da face da Terra. Mas que a Justiça siga seu caminho. Repito: não estava foragido e não tinha nenhum mandado de prisão contra ele. Tranquilamente, se tivessem pedido ao advogado, creio eu, acredito, o comparecimento dele a qualquer local, ele teria comparecido. E por que estava naquela região de São Paulo? Porque é perto do hospital onde faz tratamento de câncer. Então, esse é o quadro. Da minha parte, está encerrado aí o caso Queiroz.

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por ISTOÀ. © Divulgação/ Polícia Civil
A Polícia Civil de São Paulo divulgou um vídeo e fotos do momento em que Fabrício Queiroz, ex-assessor e ex-motorista do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), é encontrado e preso em uma casa em Atibaia, no interior de São Paulo.
De acordo com a polícia, Queiroz estava em um imóvel de Frederick Wassef, advogado de Flávio Bolsonaro e do presidente da República, há cerca de um ano. Segundo o delegado Nico Gonçalves, da Divisão de Capturas da Polícia Civil, a prisão de Queiroz foi “tranquila”.
Queiroz teve a prisão lavrada em São Paulo, mas será transferido até o fim desta manhã para o Rio, onde será ouvido. Também foi expedido um mandado de prisão contra a ex-mulher de Queiroz, Márcia Aguiar.
O ex-assessor de Flávio é investigado um suposto esquema de “rachadinha” na Assembleia Legislativa do Rio e por lavagem de dinheiro em transações imobiliárias com valores de compra e venda fraudados. Os mandados de busca e apreensão e de prisão contra Queiroz foram expedidos pela Justiça do Rio e a prisão foi feita na Operação Anjo da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo.
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por. Correio Braziliense. © Ed Alves/CB/D.A Press
O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro comentou, no twitter, a prisão de Fabrício Queiroz. O ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro e amigo da família do presidente da República, Jair Bolsonaro, foi encontrado no escritório de um advogado da família Bolsonaro, em Atibaia (SP). Na postagem, Moro destacou a importância da atuação independente das polícias.
De acordo com Moro, “o  importante é que polícias, Ministério Público e Cortes de Justiça possam trabalhar de maneira independente e que todos os fatos sejam esclarecidos”. A mensagem faz referência a pressão que o presidente da república teria feito, sobre o então ministro pela troca da chefia da Polícia Federal.

O importante é que polícias, Ministério Público e Cortes de Justiça possam trabalhar de maneira independente e que todos os fatos sejam esclarecidos.

Segundo Moro, o presidente queria proteger os filhos e precisava de um diretor geral que o atendesse quando o presidente quisesse. A troca do comando da Polícia Federal foi a rusga final entre Moro e o presidente, e levou à saída do ministro em 24 de abril. O ex-juiz também acusou o presidente da república de usar, sem o consentimento dele, a assinatura da exoneração do então chefe da PF, Maurício Valeixo. 
Prisão de Queiroz
Queiroz é policial militar aposentado e suspeito de integrar o esquema de rachadinha que teria sido promovido por Flávio Bolsonaro quando o parlamentar era deputado na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Queiroz se refugiava na propriedade de Frederick Wassef, que representa o senador e o presidente da República. Wassef já foi questionado, em entrevistas, sobre o paradeiro de Queiroz, mas disse que não sabia.
O ex-assessor e amigo dos Bolsonaro foi preso na Operação Anjo, e será levado de volta para o Rio de Janeiro. Caseiros do imóvel disseram à polícia que o ex-assessor estava no imóvel há um ano. 
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Foi invadido uma propriedade particular no município de Licínio, os ivasores arrombaram um depósito onde estava guardado uma moto Bis de placa JLQ  8457 de Guanambi , além da moto foram levada  uma serra circular e uma lixadeira.

Qualquer informação entrar em contato do proprietário (77) 9 9164-9921

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 Sérgio Lima/Poder360 Agentes da Polícia Federal em Brasília
A Polícia Federal cumpre na manhã desta 3ª feira (16.jun.2020) mandados de busca e apreensão. As medidas foram autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal) no âmbito de inquérito que apura a organização e financiamento de atos antidemocráticos.
No total são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão em 6 Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhão, Santa Catarina e no Distrito Federal.
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Vitima veio a óbito no local.
Um homem conhecido como Manoel Dantas Oliveira Junior conhecido como Galego foi a primeira vítima de homicídio em Licínio na noite desse domingo (14). Segundo informações obtidas pelo site Portal Licínio, o mesmo já estavam sendo monitorados pelos criminosos onde elaboraram o crime. Os autores do crime e vítima já haviam se encontrados momentos anteriores na residência da vítima e já tinha acertados coronhadas de revólver no mesmo durante o dia e saíram correndo e adentrado no mercado municipal e sumindo em seguida... no mesmo dia eles teriam retornados chamando a vítima em sua residência e novamente a vítima saiu e foi de encontro aos criminosos que tinham armados uma emboscada em frente a estação de trem da cidade. Galego foi atingido por três disparos e um projétil atingiu a janela de um residente na praça, já os criminosos se evadiram do local em uma moto.
O caso está sendo monitorado pela Polícia Militar e GM.
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Domingo, 14 Junho 2020 10:22

Governo traça estratégia antiprotestos

Foto: Cris Faga/Getty
Ainda embrionários, fragmentados e sem liderança única, os movimentos contra o governo que ganharam força nas últimas semanas já obrigam o presidente Jair Bolsonaro e apoiadores a pôr em prática uma plano de reação. Sem saber a dimensão que os manifestos nas redes sociais e nas ruas alcançarão, a estratégia bolsonarista é tentar sufocar ainda no início esses grupos construindo a narrativa de que são violentos e, por isso, devem ser criminalizados. Eventuais confrontos com a polícia serão explorados como exemplo de que “o governo é o lado certo.”
Bolsonaro, que durante sete domingos consecutivos participou de atos em Brasília, pediu, diante do avanço dos protestos contra ele, para seus apoiadores ficarem em casa no final de semana passado. Publicamente, o argumento era para se evitar um confronto entre manifestantes contra o governo. Nos bastidores, no entanto, a preocupação é política.
O Palácio do Planalto temia que a comparação entre os números contra e a favor do presidente possam mostrar um cenário desfavorável, evidenciando que a proporção crítica ao governo era maior. A avaliação é a de que, se isso ocorrer nos próximos protestos, pode entusiasmar opositores, assim como ocorreu com a ex-presidente Dilma Rousseff, que sofreu impeachment em 2016.
Na Câmara, há 45 pedidos de impedimento de Bolsonaro. Até agora, nenhum foi apreciado pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Parlamentares alegam que os processos não avançaram porque, em meio ao isolamento social, falta clima nas ruas para um impedimento. O temor dos bolsonaristas é que o ambiente comece a ser criado agora.
Nas últimas semanas, Bolsonaro aplicou vacinas contra os atos e adjetivou os manifestantes contrários a ele de “terroristas”, “marginais”, “desocupados”, “maconheiros” e “viciados”. Pediu aos pais que não deixem os filhos participar de atos. “Isso não é liberdade de expressão, é quebra-quebra”, disse em transmissão na “live” da quinta-feira passada. E fez uma explanação condenando grupos antifascistas e os associando aos black blocks, que ganharam as ruas nas manifestações de 2013 com episódios de violência. Os protestos ocorridos naquele ano, no entanto, foram marcados também pela atuação de agentes infiltrados das polícias e das Forças Armadas para provocar confusão e, assim, justificar uso de bombas.
Na segunda-feira passada, depois dos atos, Bolsonaro avaliou que as manifestações contrárias ao governo são “o grande problema do momento”. “Estão começando a colocar as mangas de fora”, disse o presidente a apoiadores, no Palácio da Alvorada. Os atos ocorreram no Distrito Federal e em ao menos 11 capitais. A adesão foi maior em São Paulo, onde também houve panelaços e buzinaços contra o presidente. Novos atos estão marcados para hoje.
Escalada
A arquiteta Monica Benício, companheira da ex-vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco, assassinada em 2018, avalia que a onda de protestos pode crescer diante da conduta do presidente. “Fomos os primeiros a falar que ficar em casa era ato de responsabilidade, mas também é urgente que a gente ocupe as ruas com responsabilidade, com cuidados com a saúde, para mostrar ao governo que não ficaremos silenciados diante da barbárie e desse projeto genocida em curso”, afirmou.
Integrante da torcida Gaviões da Fiel e organizador do protesto do domingo passado em São Paulo, o estudante de História Danilo Pássaro diz que as falas do presidente reforçam um caráter autoritário. “É mais uma prova de que ele não sabe lidar com manifestações e expressões do pensamento diferentes”, ressalta.
Nas redes sociais, os filhos do presidente criaram a narrativa de que os movimentos contra o governo são ilegítimos. O temor é perder espaço na internet, onde o grupo se organizou e onde o presidente tem sua maior força. Parlamentares ligados a Bolsonaro também entraram em ação, como os deputados estaduais de São Paulo Gil Diniz (PSL) e Douglas Garcia (PSL), ambos citados no inquérito das fakes news no Supremo Tribunal Federal.
Diniz, que era assessor do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) antes de se eleger, anunciou na sexta, dia 5, que protocolaria um pedido para a abertura de uma CPI para investigar os “antifas”, após, segundo ele, ter recebido denúncia de “violência e outros crimes cometidos por membros do grupo.”
Já a Garcia é atribuído o vazamento de dados de mil pessoas que supostamente integrariam grupos antifascistas. “É contra este tipo de gente que se diz antifa que eu entreguei (não vazei) o dossiê à polícia!”, escreveu no Twitter, ao publicar imagens de protesto no México. O parlamentar defende que os manifestantes sejam enquadrados na Lei de Segurança Nacional.
Pela primeira vez desde o início do governo, Bolsonaro enfrenta uma narrativa negativa nas redes sem dispor de seus principais influenciadores no melhor momento, já que o inquérito das “fake news” no Supremo Tribunal Federal passou a mirar o “gabinete do ódio”.
Uma análise da empresa de consultoria AP Exata apontou queda imediata de 14% para 10% nas publicações dos chamados perfis de interferência. Há 77 dias, a empresa computa mais interações contrárias do que a favor do presidente. “Até o final de 2019, Bolsonaro dominava. Na virada do ano, começou a perder. Só que apesar de ele ter mais críticas do que menções positivas não se podia dizer que tinha uma oposição forte. Não era uma coisa concentrada até a narrativa do movimento Somos Todos 70%”, observou o diretor da empresa, Sérgio Denicoli.
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Facebook/VEJA Fachada do Hospital Ronaldo Gazolla, localizado no Rio de Janeiro (RJ)
A invasão de cinco pessoas ao Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, referência para o tratamento para a Covid-19 no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira 12, pôs a categoria de saúde em alerta. O presidente do Sindicato dos Médicos do Rio, Alex Telles, chama a atenção para a gravidade do caso e diz acreditar que o episódio tenha sido estimulado pela fala do presidente Jair Bolsonaro no dia anterior. Pelas redes sociais, Bolsonaro havia pedido a apoiadores que “arranjem” um jeito de entrar em hospitais públicos ou de campanha que atendam pacientes com coronavírus e filmem o seu interior. A intenção, explicava, era mostrar a dimensão real da epidemia. Novamente, o presidente levantou suspeitas de que os dados relativos ao novo vírus estariam sendo manipulados para atingir seu governo.
Logo após o incidente ocorrido no hospital carioca, o presidente do sindicato esteve na unidade e conversou com vários plantonistas que presenciaram a ação na área restrita de risco biológico 3 (grande risco de contágio, transmissão por suspensão no ar). “É muita coincidência que no dia seguinte ao presidente ter incitado as pessoas a invadirem os hospitais tenhamos tido um problema destes”, ressalta o médico clínico Alex Telles, que também dá plantão no Ronaldo Gazolla. “Essas pessoas que entraram na área restrita e de forma agressiva puseram em risco médicos, enfermeiros, internos e elas próprias”, completa.
O tumulto no hospital de referência para a Covid-19 no Rio, que fica em Acari, na Zona Norte da cidade, segundo os relatos dos profissionais que estavam no local no momento, foi provocado por cinco pessoas de uma mesma família que acabara de saber do falecimento de um parente. Uma senhora, de 56 anos, que havia sido transferida há dois dias para aquela unidade, teve uma piora repentina do caso e morreu com suspeita de coronavírus. Os familiares, revoltados com a notícia, dada no setor de informações no primeiro andar do prédio, invadiram às instalações e foram até o quinto andar, onde entraram na ala B, reservada aos pacientes da nova doença. Exaltados, chutaram portas, derrubaram computadores e tentaram invadir outras áreas restritas.
Por vários momentos, os invasores, segundo relatos de profissionais, xingaram funcionários e gritavam “mentira, mentira”, assustando funcionários e pacientes. Ontem o hospital tinha cerca de 130 pacientes com a Covid-19 internados na área de clínica médica e 106 na Unidade de Terapia Intensiva (CTI). Os familiares da senhora que acabara de falecer foram contidos com a chegada da Guarda Municipal.
No dia anterior, quinta-feira 11, o presidente Bolsonaro havia levantado suspeitas sobre manipulação de dados e dito: “Seria bom você fazer… na ponta da linha, se tem um hospital de campanha perto de você, se tem um hospital público… arranja uma maneira de entrar e filmar. Muita gente tem feito isso, mas mais gente tem que fazer pra mostrar se os leitos estão ocupados ou não. Se os gastos são compatíveis ou não. Isso ajuda. Tudo o que chega para mim nas redes sociais a gente faz um filtro e eu encaminho para a Polícia Federal ou Abin (Agência Brasileira de Inteligência)”.
A Secretaria municipal de Saúde divulgou uma nota sobre o problema ocorrido na unidade de referência para atendimento aos casos de coronavírus.
O que ocorreu foi um tumulto causado por cinco pessoas de uma mesma família que, desesperadas ao receberem a notícia da morte de uma parente internada no local – uma senhora de 56 anos – entraram alteradas na unidade, quebraram uma placa de sinalização e bateram uma porta, causando danos. Vigilantes, guardas municipais de uma viatura que fica baseada no hospital e integrantes da equipe assistencial ajudaram a contornar a situação. Uma das pessoas da família, uma mulher, precisou ser medicada para se acalmar.
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Na manhã da segunda-feira (08), uma mulher de 35 anos de idade compareceu à delegacia de polícia de Caetité e relatou para os investigadores, que tinha sido estuprada na noite anterior, por um homem que a pegou no bairro Ovídio Teixeira, colocando-a dentro de um veículo e levando a mesma para a rodovia que liga Caetité/Brumado. No acostamento da rodovia o homem consumou o ato sexual, contra a vontade da vítima e sob grave ameaça.
Após pegar as características do suspeito, os investigadores empreenderam diligências no Bairro Ovídio Teixeira onde prenderam o suspeita e o levaram para a delegacia. O preso foi reconhecido pela vítima, como sendo o mesmo homem que a estuprou na noite anterior
A vítima foi levada, pelos investigadores, ao DPT de Guanambi, onde fez exame de corpo de delito para constatar o estupro. O preso foi apresentado ao delegado que lavrou o Auto de Prisão em Flagrante.
Foi expedida a guia para exame de corpo de delito, lavratura do Auto de Prisão em Flagrante e instaurado do respectivo Inquérito Policial para investigar o caso.
Informações da Policia Civil Caetité/Radar 030
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Por G1 BA.

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Por TV Bahia e G1 BA.

Uma pessoa que está acompanhando um paciente do Hospital Geral de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, denunciou más condições na unidade, como banheiros sujos, sem estrutura e vasos sanitários sem tampas.

Em um vídeo feito por volta das 5h desta sexta-feira (29) é possível notar que há acompanhantes dormindo no chão da unidade de saúde. nesta madrugada, a cidade registrou temperaturas de 12ºC.

"Quando a gente chega, o hospital tem uma frente arrumada, e quando entra é isso aqui. Uma parte está precária, não tem álcool gel, não tem sabão, nem lençol. Trouxemos tudo. As pessoas deitadas no chão, muita sujeira. Fico na preocupação de uma infecção. Os pacientes precisam de cuidados", ressaltou a acompanhante.

A direção geral do hospital informou que vai apurar a denúncia, mas disse que a situação causou estranheza, já que o vídeo foi gravado na enfermaria do hospital e, por lá a taxa de ocupação está abaixo do esperado. Disse ainda que nas enfermarias não existe leito para acompanhante, mas que deveria haver pelo menos poltrona para descanso.

Além disso, a Secretaria de Saúde do estado (Sesab), informou que há poltronas para todos no hospital. Entretanto, as imagens feitas pela acompanhante de paciente não mostram os equipamentos.

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